quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Vida de fotógrafo.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Conto de Fadas.
Filmes de romance e novelas são assim. A história toda se passa, envolve e se baseia na conquista e nos obstáculos encontrados para ficar junto da outra pessoa, ou seja, da pessoa amada. E na história sempre tem aquele que separa os bonitinhos, e o povo torcendo pros dois ficarem felizes e viverem felizes para sempre.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Dormindo no ponto.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Inverno.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Um pouco de vinho.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Mariana e O-a-sis em: pós-show.
O show tava lindo, maravilhoso. Pena que uma hora acabou e tivemos que dar um jeito de ir embora. O pessoal do outro carro ainda pilhou os alemães pra ir no Cavanhas, mas o meu carona não quis ir. A solução foi ir pra casa mesmo, se deliciar com as recordações que o show havia deixado, transmitido, passado.
Estava radiante. Deitei na cama e ria sozinha, de mim mesma. Como poderia um ser ficar tão feliz-alegre-contente com um show? Era uma sensação que dificilmente eu iria sentir de novo. Afinal, em quantos shows do Oasis eu vou ir na vida? E a noite foi regada a músicas da banda que eu tinha acabado de assistir ao vivo – claro que agora mais sem graça do que antes.
Acordei parecendo outra pessoa. Fui cantarolando, meio-que-saltitando pro trabalho. As pessoas que passavam por mim no caminho da minha casa-trabalho deveriam ter achado que eu era uma louca. Afinal, eu sou uma louca consciente (isso existe, será?). E eu estava disposta a fazer aquele dia pós-show ser tão inacreditável e maravilhoso como o do dia 12, mesmo sendo dia 13. Eu ainda estava sem palavras e em alfa devido à mostra da banda inglesa.
Cheguei ao serviço pilhada pra começar a escrever pro meu blog, e claro que não para fazer os trabalhos. E graças à minha sorte, meu computador pifou-não-ligou-mais. Eu só queria falar de O-a-sis, O-a-sis, O-a-sis. Eu até to me enrolando um pouco por aqui, porque realmente é uma sensação inexplicável. Sim, inclusive o depois. Além disso, tinha prometido procurar meus novos amigos no Orkut. De alguns eu até lembrava o nome. Queria colocar as fotos no álbum do site de relacionamentos pra todo mundo ver que eu realmente fui. E eu fui.
O primeiro mais novo amigo que eu procurei no site, foi o morenaço. Afinal, o interesse era grande pra que ele logo me mandasse a foto que ele tirou do “trio-parada-dura”. E de repente vejo nossos amigos em comum: - Óhhhh. Ele é amigo da minha Irresponsável lá no Irga. Eu pouco curiosa fui lá perguntar: - O Irresponsável, daonde tu conhece o morenaço? E ela: - O morenaço de Little Church? Eu: – É, é. Ela: Ah, ele é um dos meus filhos adotados-emprestados-entenda como quiser. Por quê? Eu: Porque eu fui no show com ele ontem. E então a fofoca rolou solta. O mundo é realmente muito pequeno, mas as coisas acontecem porque devem acontecer. O morenaço até falou que um dia vai me convidar pra fazer alguma coisa, tipo, andar de rede, sabe.
A loira também foi adicionada e comentou que meu texto sobre o show está ótimo, porém, faltou o detalhe de quando estávamos indo para o show e discutindo, juntamente com o pessoal do Pretinho Básico, o que consideramos traição. O loiro, o primeiro amigo, o pilhador, é pra ir sábado no Baile do Chucrute. Vamos ver se ele não vai dar pra trás. O amigo do Halls não entra muito no MSN, as notícias dele são poucas. E o que me colocou nos ombros deve ter morrido de tanta dor nas costas, porque eu não achei ele em lugar nenhum.
E acho que é só. Pessoal, quando é o próximo show?
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Mariana e O-a-sis em: o SHOW.
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Mariana e O-a-sis em: o ingresso.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Medinhos.
domingo, 22 de março de 2009
Nosso mundo audiovisual.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Minha Vó.
Antes de tudo quero que saibas que fico muito feliz em estar participando dessa festa por mais um ano. Eu sei que nesses 21 anos que tive a oportunidade de participar, nem sempre estava presente fisicamente, mas sempre te desejando mais e mais anos de vida para alegrar as bocas com os sorrisos dessa família linda que tens e criaste.
Agora te desejo por esta carta um Feliz Aniversário e muitos e muitos anos de vida. Agradeço por todos os momentos que passamos juntos, principalmente aqueles que eu mais me lembro que são os abraços, da chegada e da partida de cada momento compartilhado.
Agradeço por ter criado minha mãe como uma mãe exemplar. Uma excelente educação que proporcionou a Moa ser essa grande mulher que é hoje. Com certeza passou ensinamentos que ela usa todos os dias, como a lida com a horta. Com certeza a nossa vida é muito mais saudável com os alimentos que plantamos e cuidamos com nossas próprias mãos. Vai ver, esse é um dos motivos da senhora poder ter tido muitos momentos familiares.
Não poderia também esquecer a minha comida favorita que só a vó sabe fazer: Galinhada da Vó! Com forma e tempero inigualável na face da Terra. E as tantas outras guloseimas feitas pela matriarca da família, como: Cerveja Preta, rosca, massa feita em casa com pãozinho torrado, bife acebolado, entre tantos outros cardápios que nos fazem ficar com água na boca.
E outra, a Mônica, lembro que era muito pontual com o almoço do vô José. Este, tinha que estar pontualmente servido ao meio-dia, logo depois do Correspondente Ipiranga, da Rede Gaúcha Sat!
Para constar ainda o seu amor e paixão por orquídeas. Não só por elas, mas todas as plantas e flores que são muito bem tratadas, para deixarem a rua do maldito coro de cães, com uma especial vida colorida.
Agradeço, finalmente, toda atenção, todo tempo dedicado, todo presente – e tenho certeza que todos foram dados com muito carinho – e por sua presença nessa nossa grande família. A nossa família.
Parabéns, e agradeça por tudo que Deus te permite realizar a cada dia que levanta da tua cama, e a principal delas é viver e ver seus filhos, filhas, genros, noras, netos e netas podendo sorrir com a tua presença.
Vó, eu te amo!
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
O verão - Parte 1: Free Way.
Era uma sexta-feira. Mas não pense que era como qualquer sexta. Já era 2009, ou melhor, verão de 2009. Período em que tiramos férias. E quem não tira férias faz de tudo pra conseguir ir até o litoral e pegar uma prainha no final de semana. E foi isso que eu fiz.
Consegui uma carona com uma amiga, mais precisamente, ex-colega de trabalho. E lá fomos nós, rumo ao litoral. Não estávamos sozinha, seu simpaticíssimo irmão nos acompanhava atirado delicadamente no banco de trás do carro vermelho. E claro, seu pai e sua mãe nos vigiavam, já que estávamos meio que em uma perseguição familiar. Eles estavam no carro atrás da gente.
Saída de Canoas, destino Rainha do Mar. E tudo estava sendo tão divertido. Tiramos o dia para fofocar e pensar o que faríamos no final de semana ouvindo umas músicas da Ivete. E era uma falação, e de repente, a caroneira aumentava o volume e começava a cantar. Esse era o espírito: tudo vale no final de semana. Ou não?
Entramos na Free Way, popularmente conhecida. Tinha bastante movimento, até. E sempre me faz pensar que quando estou com a motorista, algo inusitado irá acontecer. E estava prestes.
Um Honda Civic extremamente lindo, tom de verde, sem nenhum arranhão, com placa que não posso divulgar, passa pela nossa esquerda. E claro, muitos outros carros estavam passando pela esquerda, já que nossa velocidade não nos permitia pertencer àquele lado. E só o carro também não bastava, a questão era a composição da direção, do carona e do carona traseiro.
Três garotos. Ta, eu não estou implicando. Três homens então, melhorou? E jovens. Óóóóó. E uma meioquemini perseguição começou. Ultrapassando pela esquerda, na frente, na direita, atrás. Todas as posições possíveis aquele carro estava. E nós sendo cercadas. E agora?
Primeiro pedágio e os garotos se anteciparam, foram bem ligeirinhos ao conseguirem parar na nossa frente, não nos deixando seguir caminho sem eles, claro. Um até se arriscou a abrir a porta do carro, mas desistiu logo.
E continuamos nosso caminho. A situação era parecida com a anterior ao primeiro pedágio. E de repente a luz interna do Honda é acionada. O que as criaturas estão aprontando? Ai ai ai ui ui. Nossa grande criatividade achou que seria um cartaz com alguma mensagem, mas não passava disso.
E eles encostaram o carro na direita, e a família atrás, no outro carro. E iam encostando, encostando. E agora? E agora? Eu só vejo a mão, o braço, o relógio do caroneiro traseiro do carro verde com a mão pra fora estendendo algum objeto e berrando: pega que tem nosso telefone (se eu não me engano foi algo do tipo). Eu alemoa do jeito que sou, fiquei nervosa e não conseguia mais nem achar o botão pra abrir o vidro.
Para desespero completo do público, o carro chegava cada vez mais perto e até gritavam: vai bater, vai bater. Nossa sorte foi que a motorista não viu. Eu peguei o objeto, parecido com algo voador. E o carro dos amigos sumiu.
Todo arranhado, o CD, objeto agora identificado, não tocava. Estava arranhado propositalmente por uma chave. É, uma chave para abrir porta, eu acho. E para que nos servia? Para entrar em contato com a misteriosa gangue do verde Civic.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Águas de Outubro.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
A escolha.
Como se fosse uma cidade.
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Sexta-feira, 12.
Sexta-feira, 12 de setembro. O encontro estava marcado para as 14 horas em um lugar público. Fechei a porta do apartamento contando até quatro para conferir se tinha tudo comigo: chave, dinheiro, documento, chocolate.
Era 13h53min quando coloquei o pé na rua em direção à parada de ônibus que me deixaria o mais rápido possível na frente do Shopping do bairro Floresta. A barriga estava doendo de nervoso. Ou seriam borboletas no estômago? Era um sentimento bom, nunca sentido antes nos meus vinte anos. Ao mesmo tempo, uma sensação de que tudo poderia dar errado: que o santo não batesse, que os gênios se odiassem, que o beijo não fechasse.
Sentei no lugar combinado, de costas para o movimento. De repente ouço uma pessoa ao meu lado e sinto aquele abraço, para mim nervoso, mas aguardado por algum tempo.
Mãos geladas, olhos brilhando, coração acelerado. Esse era o sentimento. Nada mais no mundo importava naquele momento. E cada passo dado juntos era um motivo a mais para que eu percebesse que quero estar sempre ao seu lado, sendo abraçada. Cada segundo a mais me dizia que éramos o limão inteiro, bem docinho.
E o tempo passou. Não foi possível pará-lo naquela tarde nublada, perfeita mesmo assim. E o beijo de final de filme, no meio da rua, capturado por câmeras aéreas em zoom out. Só faltou o narrador com o texto: e foram felizes para sempre.
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
A melhor universidade.
Na última semana foi divulgada pelo Ministério da Educação a lista das 40 melhores universidades do Brasil. A avaliação realizada não se baseia somente nas notas do Enade, como também conceitua corpo docente e estrutura.
A Universidade do Vale do Rio dos Sinos classificou-se em 38º lugar, sendo a melhor particular do estado do Rio Grande do Sul, e está entre as três melhores do Brasil. Acredito que reitoria, professores e alunos estejam satisfeitos com o resultado e ao mesmo tempo orgulhosos em poderem participar da história da instituição.
Nós, como alunos, muitas vezes criticamos palestras e atividades oferecidas. Reclamamos das aulas, dos polígrafos, das avaliações, dos métodos utilizados e do professor. E isso é por que achamos tudo de mais, ou é por sermos muito exigentes?
O preço que vem impresso no boleto bancário pago todos os meses deveria abrir os nossos olhos para aproveitarmos cada instante dentro da instituição. Momentos para um maior aprendizado e para um círculo social. O tempo que passamos no ensino superior, freqüentando aulas, fazendo provas, entregando trabalhos em grupo será a base de experiência e formação para a vida profissional.
Acredito que a valorização da instituição ainda acontecerá em algum momento, nem que seja quando já estivermos longe dela. E junto disso, o arrependimento por não ter aproveitado cada segundo no meio acadêmico.
A Unisinos está fazendo a sua parte. Corpo docente e estrutura são ótimos. O que resta agora é fazer seus alunos valorizarem a instituição, e se empenharem, principalmente, para uma vida melhor.
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Entretenimento na programação.
Existem centenas de canais, centenas de programas, dezenas de gêneros. Programas para todos os tipos, gostos, raças, classes, horários. E para que você assiste televisão? Para se informar ou para se entreter?
A TV pública tem determinado tipo de investimento para fazer sua programação principalmente com telejornais e com programas infantis. Sua audiência é baixa, comparada a outros canais em horários nobres como o das 21 horas. E qual seria a solução para uma maior audiência?
Entretenimento. É o que praticamente todo telespectador quer ver quando senta no sofá e pega o controle remoto. Fica zapeando para descobrir algum programa que lhe dê prazer. Nada que faça pensar muito, já que a rotina do brasileiro é trabalhar o dia inteiro para chegar em casa, descansar e assistir um romance na novela.
A presidente da EBC diz que a TV pública não precisa necessariamente ter audiência e seguir os mesmos padrões globais. A pluralidade é garantida assim, com programas educativos e noticiosos. Mas para que investir em uma televisão que não dá retorno? Que não dá audiência? Que nem é transmitida para todos os estados brasileiros.
Eu pago imposto. Parte desse dinheiro é investido para montar os programas e nem sequer tenho sinal onde moro.
Acredito que se deveria investir para transmissão do canal público para todo país, fazer campanha publicitária divulgando a grade de programação, e montar programas diferenciados. Não somente infantis, telejornais e documentários. Começar a realização de um entretenimento inteligente que dê audiência e estimule a realização de mais e mais programação diversificada.
Enquanto não houver informação como entretenimento, o povo brasileiro continuará a dar preferência para as novelas, onde não se absorve nenhum conhecimento ou informação. Onde só há ilusão de um mundo perfeito, onde no final tudo acabará bem. Bem ao contrário de nós, brasileiros.
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Não ao circo do aborto.
Aborto. Todos têm alguma opinião ou comentário a fazer quando o assunto entra
Sabe-se que se caso houvesse a desregulamentação desse crime, o país seria repleto de clínicas que realizariam abortos. Aliás, no início, seria um grande investimento. Muitas seriam abertas e então começaria uma publicidade abusiva. “Quer se livrar desse problema, seguir sua vida normal? Trate-se conosco”.
O país passaria a registrar o dobro de números de abortos. Os jovens deixariam de se prevenir em suas relações sexuais, porque se a garota engravidar será fácil: é só abortar. Não haverá a necessidade de dar à luz àquele ser, ou então, de realizar o aborto em clínicas clandestinas, como fazem agora.
Além dessas questões, ainda há fatores ligados à saúde. Realizar um aborto não é saudável para o corpo da mulher, se não haveria pencas o realizando para estarem bem. E a ciência afirma que a partir do momento que o embrião se forma já há uma vida, um sentimento, uma pessoa.
É inacreditável pensar que há humanos corajosos o suficiente para tirar a vida de um ser indefeso, incapaz de responder o seu desejo, que é o de viver.
Eu não quero a desregulamentação do aborto, mas, assim como prevê a constituição, aceito que pessoas que sofreram abuso sexual tenham o direito de abortar para não ter que criar filhos de pessoas criminosas.
sábado, 21 de junho de 2008
O que olha lá de cima.
le circula nos corredores do Centro de Ciências da Comunicação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos há cerca de cinco anos. Mais do que aluno, mais do que professor, Edelberto Behs é o coordenador do curso de Jornalismo e tem 48 professores para guiar. Diferentemente do que se imagina, ele não chama a atenção com roupas de grife. Estava vestindo na noite de quinta-feira, 12, Dia dos Namorados, calça jeans, sobretudo cinza e sapato preto. Deixa transparecer um homem calmo, que tenta resolver a maioria das situações, como alguma manifestação dos críticos alunos, com a boa e velha conversa. Sempre foi interessado pelo jornalismo, e sempre sonhou em fazer isso. Seu pai ouvia muita rádio na época em que morava em Estrela, cidade interiorana com cerca de 30 mil habitantes. Admirava muito o trabalho nas rádios, e infelizmente nunca teve a oportunidade de trabalhar nessa área.
Quando estudante, além dos cursos superiores de Jornalismo na FAMECOS e de Teologia na EST, ele também estudava muito a língua alemã. Dedicado ao jornalismo, nunca exerceu a função de pastor, até porque se considera tímido e não gosta muito de falar
Hoje mestre, já trabalhou em veículos de comunicação como o Jornal Evangélico, a Folha da Manhã e a Folha da Tarde. Em 1998 foi desafiado e convidado a implantar o curso de Comunicação Social – Jornalismo, no Instituto Superior e Centro Educacional Luterano de Santa Catarina (IELUSC). Como já havia trabalhado na Assessoria de Imprensa da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), tinha boas referências e mudou-se com a esposa e com um de seus dois filhos para Joinvile.
Em
Behs, que gosta de pescar quando está de férias jogando o tempo fora e pensando na vida, também afirma que é eclético no estilo musical. Não chegando ao ponto de ter funk nos CD´s favoritos do carro, ou em sua lista de preferidas. Música sacra, clássica, jazz e blues são seus favoritos. Na hora da torcida por times de futebol, ele confessa que é ecumênico. É gremista, embora tenha um título do Internacional, que seu pai comprara há muitos anos, um para cada filho.
Curioso na leitura, e jornalista precisa ser, está lendo três livros diferentes no momento. Um deles é da autora Lucia Schneider Hart sobre o curso implantado
Entre uma pergunta e outra dos alunos da disciplina de Redação Jornalística II, com a professora Thais Furtado, algumas são sobre o curso e a comunicação social. O que ele acha que mudou e as diferenças entre os alunos e os currículos da época em que ele se formou e os de agora. Opiniões sobre determinados temas e assuntos, em especial sobre as novas tecnologias. Perguntas que o coordenador deve responder a todo instante e a toda entrevista. Conforme Behs “antigamente fazia-se mais reportagens e hoje a tendência é a espetacularização e o entretenimento”.
Quando perguntado sobre o que acha do mundo acadêmico, Edelberto responde que é desafiador, pois é uma área nova para os profissionais. Ele jamais deixou de aceitar novas experiências e acredita que todos seus trabalhos tenham sido importantes. Quando questionado da pouca aparição em entrevistas e falas em eventos, afirma que não é preciso aparecer, que somente é preciso dar condições para os outros se estabelecerem.
Difícil mesmo é encontrar algum registro de imagem do coordenador sorrindo. Sério em suas poses, acredito que queira mostrar como leva sua profissão e afirma: “- Faria tudo de novo.”