Prossigo lendo a mensagem: “Acesse algum dos canais da Unimed, listados abaixo, e conte como me encontrou. Depois da leitura, me passe adiante e faça outra pessoa voar. Tenha uma atitude sustentável, ajude a espalhar a cultura e prestigie a 6ª Feira do Livro de Lajeado, de 9 a 14 de agosto, no Parque do Imigrante”.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
O encontro com o livro.
Prossigo lendo a mensagem: “Acesse algum dos canais da Unimed, listados abaixo, e conte como me encontrou. Depois da leitura, me passe adiante e faça outra pessoa voar. Tenha uma atitude sustentável, ajude a espalhar a cultura e prestigie a 6ª Feira do Livro de Lajeado, de 9 a 14 de agosto, no Parque do Imigrante”.
domingo, 31 de julho de 2011
Gestos comuns.
domingo, 24 de julho de 2011
Ao meu lado.
terça-feira, 14 de junho de 2011
Sem tempo.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Uma estranha na praia.
domingo, 12 de setembro de 2010
Falar, poder falar, não falar.
domingo, 5 de setembro de 2010
Eu não me importo.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Sonhando com famosos.
Dramalhão do Jaiminho – parte 4
sexta-feira, 26 de março de 2010
Dramalhão do Jaiminho – parte 3
quinta-feira, 25 de março de 2010
Dramalhão do Jaiminho - parte 2
Essa história é uma obra de ficção.
Jaiminho encontrou pela internet a sua pretendente. Loira, olhos verdes, querida e simpática (assim, tipo eu). E agora, depois de tanto flerte ele queria conhecer ela, a Mônica – e não é aquela dentuça que bate com o coelhinho em todo mundo.
Os dois marcaram de se encontrar em uma festa na cidade de Tangamandápio. Era um lugar meio alternativo que Jaiminho já tinha visitado e onde foi assediado por um gay. Nada contra gays – pelo menos da minha parte – mas o guri gosta mesmo é de mulher. Pelo menos era o que a Moniquinha esperava, némmm.
Mônica chegou na hora marcada ao lugar. Ela não conhecia ninguém e estava morrendo de medo – vai que ele fosse um psicopata e aquele fosse seu último dia de vida. A guria já estava impaciente e com vontade de nunca mais falar com Jaimito. Chego à conclusão de que quem espera no altar hoje é a mulher e não o rapaz. Mas que falta de cavalheirismo Jaiminho!
Mônica já estava desolada. Ela pensava que ele poderia vir a ser o grande amor da vida dela, e a partir daquele momento decidiu que só faria o garoto sofrer em suas mãos. Por isso, fez questão de esperar o guri meio-muito-completamente atrasado. E, finalmente, quase depois de duas horas de atraso, Jaime chega.
Meio intimidados e não sabendo como lidar com a situação do “ao vivo”, Jaiminho, além de perder pontos com a garota devido ao atraso, ainda acende o cigarro e causa mais desencanto. O que poderia ser o maior e melhor romance de todos os tempos vai virando abóbora, e não um conto-de-fadas.
Mas, Mônica queria conhecer um pouco mais do Jaiminho. Conversaram, beberam, dançaram, encontraram os amigos (Chaves, Chiquinha, Kiko), e a loira começa a contar como tinha sido seu último relacionamento. Eu sei que homens não gostam quando as mulheres resolvem falar de seus relacionamentos anteriores, e Mônica não resistiu. Falou de seu ex-namoradoroloficantemarido até Jaime encher o saco e dizer que não suporta mais nem a voz da garota.
A guria ficou ainda mais chateada e decepcionada. Todos os homens que ela tinha encontrado até agora tinham tratado ela sem sentimentos, sem dó nem piedade. Mas, resolveu arriscar. Quem sabe, se ela parasse de falar, até que algo de bom poderia acontecer com os dois. E, finalmente, os dois se beijaram.
Fique atento às próximas postagens para saber a continuação do Dramalhão do Jaiminho.
quarta-feira, 24 de março de 2010
Dramalhão do Jaiminho – parte 1
Essa história é uma obra de ficção.
Jaiminho mora em Tangamandápio e tudo de bom e mais legal acontecia na vida desse garoto. Ele tinha muitos amigos, muitas garotas e boas explicações pra tudo. Sempre tem alguém querendo cortar seu pescoço, mas o guri, muito calmo e inteligente arranja uma boa explicação pra se safar de tudo.
Estudante, ele prefere muito mais as festas e os encontros com o pessoal, do que a aula (e quem não). Todos os dias da semana já têm alguma atividade marcada, nem que seja dormir. Todos os amigos o idolatram por ele ser realmente quem ele é, e por ele fazer realmente o que ele quer fazer. Ou seja, se ele quer, ele faz – óoo, parabéns.
Jaiminho, ou então, Jaimito – como seus amigos Mexicanos o chamam – anda de bicicleta. Sim, ele sabe andar e não precisa entregar correspondência. A maioria das vezes que ele sai de casa, ele vai de bike. Para a faculdade, balada, casa da mãe, casa das garotas, parques, shoppings. Ele realmente tem muito fôlego e pernas bem torneadas – ou secas.
O estudante mora no apartamento 24, de uma república de estudantes. Estilo Big Brother, a república twitta em tempo real as curiosidades e tragédias acontecidas por lá. E Jaiminho não é daqueles que fica abandonado, ele está sempre aprontando alguma e é personagem principal do Twitter lá de onde mora.
Vez dessas, ele resolve que quer conhecer uma garota para namorar, já que nunca namorou na vida – lembre-se: solteiro sim, sozinho nunca. Ele até que tentou procurar uma pretendente nas baladas, mas como Jaimito é muito intelectual, ele sempre encontrou garotas fúteis, exibidas e patricinhas. A solução seria procurar alguém online e o problema disso, é a aparência física da pretendente – dificilmente divulgada em primeira conversa na web.
Mas Jaiminho encontrou alguém, e ele nem imaginava a confusão que a garota poderia lhe causar.
Fique atento às próximas postagens para saber a continuação do Dramalhão do Jaiminho.
terça-feira, 16 de março de 2010
Eu mudei? Eis a questão.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Se foi 2009, já chegou 2010.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Abre a porta Mariquinha.
Sempre tive sorte com porteiros: ou são muito chatos, ou são legais. Até tem alguns que de tão legais começam a se encaixar no grupo dos chatos.
Outra coisa que os porteiros podem ser é: entediados. Moro em um prédio que tem porteiro faz três anos e eles pedem demissão e são admitidos tantas vezes quanto troco de roupa. Nunca vi.
Nesses três anos já ouvi várias pérolas. Já que porteiro não tem muito o que fazer, além de abrir e fechar a porta, e chamar por interfone os moradores, atender tele entrega, eles devem passar o dia inteiro pensando muitas coisas. Uma, por exemplo, é que tipo de assunto eles poderiam puxar contigo quando tu passar pela portaria.
O ruim de porteiro puxar assunto (bom pra eles que ficam mais ocupados), é que ocupa teu tempo. Na verdade, o que eu mais quero quando chego em casa é entrar o elevador e fazer qualquercoisaqueeuquiser
Acredito que com o passar do tempo os porteiros fiquem mais curiosos e fofoqueiros. Bom, pelo menos se o porteiro falar de mim por aqui, a única que eu conheço é a síndica. Não tem muito pra quem espalhar o que eu faço, ou deixo de fazer, e quem freqüenta meu apartamento.
Mas eu tenho o meu porteiro favorito. Ele trabalhava aqui desde quando me mudei. Fechou três anos que eu via ele todas as noites. Disse que ia sair de férias e nunca mais voltou. O papo dele era estranho. Desenhava no paint, e sempre achava um apelido pra qualquer um. Um dia, quando tava passando o filme As branquelas, na Globo, ele disse que eu parecia uma delas (eu mereço). Ah, e como meu sobrenome é Bechert, e ele não sabia pronunciar, saía espalhando pros vizinhos que eu era prima do David Beckham. Bem que eu podia ser esposa dele, e não prima (#comentário tarada da vez).
Mas, o mais incrível é que eles sabem tudo da tua vida sem nem mesmo perguntar. Eles sabem quando tu namora e quando não. Quando está de rolo, de ressaca, cansado, triste, feliz, elétrico. Não precisa trocar uma palavra. É só um oi e já basta pra ele saber se pode ou não fazer piadinha (legal ou sem graça) naquele dia.
Bom, eu sei que eles são prestativos, mas são curiosos. Essa semana mesmo, um deles, gentil, carregou minhas sacolas do super e aproveitou pra fazer um comentário sobre as compras. Sim, esse é uma figura... todos devem adorar ele por aqui.
Tenho um problema grave: nunca sei nome de porteiro nenhum, e não me preocupo muito com isso. Afinal, cada dia é um diferente. Eles até dizem que o garoto que mora comigo é meu irmão. Eu nunca disse que não, vai que seria difícil eles entenderem minha explicação.
Mas, uma vez fui em uma festa, com a minha prima. A festa estava ruim e decidimos volta pra casa pelas duas da matina. Resolvemos ficar na portaria conversando com a alma da portaria, já que ir pra casa dormir era muito triste. Infelizmente foi um monólogo e eu quase dormi na cadeirinha.
Bom, já chamaram ficante meu com o nome do meu ex, já perguntaram quantas pessoas jantariam aqui por causa da pizza que tava chegando, já pararam com a porta do elevador aberta por mais de dez minutos pra bater papo, já disseram pra acompanhantes, que o último tinha saído degolado/enforcado daqui (nãomerecordomuitobem).
No fundo, no fundo mesmo, quando eu me sinto sozinha, sem ninguém pra conversar, eu penso em ir até a portaria falar um pouco.
Penso, logo desisto.